
Após uma longa queda-de-braço vista nas últimas semanas entre o governo e a Diretoria da Petrobras, a determinação do presidente Lula prevaleceu, ampliando os investimentos da empresa dedicados a refino, transição energética, oferta de gás, produção de fertilizantes e conteúdo local.
Cobranças duras que aconteceram no Planalto foram vistas também no Conselho de Administração da Empresa nos encontros que antecederam a aprovação do plano de investimentos. De forma inusitada, representantes dos minoritários e do governo se juntaram contra as ideias apresentadas inicialmente por Jean Paul Prates, consideradas incipientes, sem alinhamento com o Planalto e com potenciais riscos fiscais para a empresa.



