
O ex-senador Jean-Paul Prates, recentemente demitido do comando da Petrobras pelo presidente Lula, enfrenta um momento de baixa relevância política no Rio Grande do Norte. Afastado das principais articulações do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado, Prates é visto como uma figura de pouca importância política, com muitos no PT desejando distância de sua presença.
Jean-Paul Prates entrou na cena política do Rio Grande do Norte como um “paraquedista”, sem uma base sólida de apoio local. Sua trajetória foi marcada por uma série de altos e baixos, culminando na sua demissão da presidência da Petrobras, decisão que reforçou a ideia de sua ineficácia.
“Jean-Paul Prates nunca conseguiu se firmar como uma liderança autêntica no estado. Após sua saída da Petrobras, ficou claro que sua influência é mínima,” comentou um dirigente do PT sob anonimato. A tentativa de Prates de se posicionar como uma figura relevante na política potiguar não se concretizou, e sua atuação é amplamente vista como um fracasso.



Alguns, com mandatos no RN, também não tinham relevância política. Mas arregaçaram os pés-de-meia, e compraram mandatos. Mas se, nas próximas eleições, dessembarcarem do trem dos afulibados, serão baldeados ao desterro político