- Tentativa de rotular Allyson Bezerra pode repetir efeito da campanha contra Rosalba
Nos bastidores da política potiguar, cresce uma avaliação curiosa sobre a insistência de adversários em associar o pré-candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra ao chamado “chapéu de couro”.
Para muitos observadores, nem Rogério Marinho nem Cadu Xavier precisam recorrer a esse tipo de símbolo para identificar quem é Allyson politicamente. Pelo contrário: a insistência pode acabar produzindo o efeito inverso.
A lembrança que volta aos bastidores é justamente da campanha em que Allyson derrotou Rosalba Ciarlini em Mossoró. Na época, adversários tentaram rotulá-lo como “o pobrezinho”, numa tentativa de diminuir sua candidatura. O resultado acabou sendo desastroso para quem atacava.
A narrativa terminou transformando Allyson em vítima perante parte do eleitorado, permitindo que ele convertesse o ataque em discurso popular. “Fez do limão uma limonada doce”, resumem alguns analistas políticos ao recordar aquele momento eleitoral.




