O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), é apontado pela revista IstoÉ, como um dos parlamentares envolvidos numa investigação do Tribunal de Contas da União – TCU que durante dois anos apura a suspeita dele valer-se do seu cargo para obter contrato órgãos públicos e empresas estatais.
Na última semana, a revista ISTOÉ teve acesso ao resultado da apuração. Nos anexos 14 e 15, ambos de caráter sigiloso, de um relatório com 600 páginas, cinco parlamentares são mencionados por descumprir o artigo 54 da Constituição. Segundo o artigo, deputados e senadores estão proibidos de exercer cargo executivo em empresas contratadas pelo governo.
Henrique Alves entrou no relatório por sua ligação com a Newtec, uma produtora de eventos que realizou pelo menos dois contratos – obtidos sem licitação – com a Petrobras. Conforme documentos da Junta Comercial, anexados pelo TCU, a Newtec foi fundada pelo próprio Henrique Alves em 1994, quando ele cumpria o sexto mandato consecutivo na Câmara.





A base aliada do Governo do Dilma é de fazer chorar. Pior do que Henrique, só os parlamentares que votaram nele. Alías, é bom que se diga: Henrique só fei eleito por que a votação foi fechada. Com o voto aberto ele não teria sido eleito.
Essa turma de parlamentar da “Base Aliada” é uma tristeza. Como havia dito Hosseau: eles gostam de consumir o bem público de forma individual. Eles entende que possusem direitos diferenciados dos demais brasilerios.
Mais uma de Henrique, que não deixa de aprontar. Com a palvara, o eleitor de Henrique