
O uso do acessório está restrito praticamente ao plenário, onde é obrigatório. A ideia é passar uma imagem popular.
No entanto, do jeito que a classe política está desgastada, é mais fácil o povo agora se aproximar das gravadas do que elevar a aceitação aos políticos.





Estão imitando o primeiro-ministro grego Alexis Tsipras, que por razões geopolíticas parece não gostar da Croácia, país onde foi inventada a gravata.