
Sem nenhum controle social, o governo paga R$ 320 mensais para os drogados que voltam para casa. Mas, com dinheiro na mão e monitorados apenas pelos médicos do Saúde na Família, eles voltam a se drogar, pelo forte impacto do efeito da droga, que vicia mais que outras conhecidas, já comprovaram estudos.
Em oito anos, segundo dados do Sistema Único de Saúde, os registros subiram 50 vezes: em 2002, foram 423 mil atendimentos nos CAPS. O programa De Volta Para Casa já atendeu a 3,7 mil jovens em 600 cidades do país. Em 2010 o Ministério da Saúde pagou R$ 13 milhões. O governo estuda investir mais em Casas de Acolhimento Transitório (são 44 hoje) e fortalecer o Saúde da Família para o combate.
Do Cláudio Humberto


