Economia

Governo “arrombado” vira obstáculo eleitoral para Fátima Bezerra

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Governo

  • Gestão desastrosa assusta aliados, trava sucessão e expõe contradição no discurso de Fátima

A governadora Fátima Bezerra quebra a cabeça tentando encontrar uma saída para o próprio governo desastroso e, ao mesmo tempo, uma fórmula para se manter minimamente competitiva nas eleições deste ano — isso, claro, se realmente tiver coragem política de renunciar ao mandato para disputar o Senado.

O problema é que a realidade bate à porta: ninguém quer assumir a cadeira que ela pretende deixar. O cargo virou um verdadeiro abacaxi, grande e indigesto. Se o governo fosse mesmo bom, como Fátima insiste em repetir em discursos e vídeos institucionais, haveria fila de interessados para herdar o comando do Estado. Mas não há. Pelo contrário, há fuga.

A ausência de voluntários escancara o fracasso administrativo. Quem está por dentro sabe que assumir o governo neste momento é herdar caos financeiro, desgaste político, estradas destruídas, serviços precários e uma rejeição crescente. Ninguém quer carregar esse peso nas costas nem servir de escudo para um governo mal avaliado.

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