Governo apresenta diferencial do setor cerâmico do Estado. No Seridó a atividade gera emprego e renda

O Governo do Rio Grande do Norte, através da Secretaria do Desenvolvimento Econômico – Sedec, irá apresentar os diferenciais do Estado para atração de empresas de base mineral, especificamente para as indústrias cerâmicas, durante o 52º Congresso Brasileiro de Cerâmica, que acontece de 08 a 11 desse mês, em Florianópolis.

No evento que é considerado o mais importante do setor e um dos mais conceituados no meio internacional, o Rio Grande do Norte será o único estado do Nordeste a apresentar uma palestra somente com as suas potencialidades. Segundo o coordenador de Desenvolvimento Mineral da Sedec e responsável pela palestra, Otacílio Oziel de Carvalho, a apresentação das potencialidades do Estado durante o evento será mais um aliado para ampliar o espaço do Rio Grande do Norte nesse segmento.

“É um privilégio apresentar tudo que o nosso Estado pode oferecer para as empresas do segmento cerâmico em um evento que reúne um público muito seleto de estudiosos e empresários. O Rio Grande do Norte tem um grande diferencial que favorece a instalação de indústrias cerâmicas, pois consegue oferecer matéria-prima abundante e facilidade logística tanto para atender o mercado nacional como para o mercado de exportação

Respostas de 2

  1. A atividade de Ceramica Vermelha que é amplamente explorada no serido através de olarias e pequenas industrias de ceramica vermelha necessita urgentemente de investimentos que visam a modernização da base tecnologica da produção, pois no estado de arte atual, a atividade ceramica do serido tem produzido um impacto ambiental consideravel, em cima dos recursos naturais tais como argila e lenha extraidos da região, com prespectiva futura de esgotamento e explotação, aliado a investimentos para formação de tecnicos em ceramica ( ver CEFETS e SENAI) e qualificar mão-de-obra para suprir os postos de trabalho criados à nível de Chão de Fabrica, se tais esforços não forem atendidos, a atividade ceramica no serido tenderá a atingir a lei dos retornos decrescentes, com os custos sociais crescentes, vez que as inversões em modernização de planta se faz urgente.

  2. Isso é paradoxal, se tirarem as cerâmicas o deserto, o buraco é maior ainda. Nada de comparações com outros ecossistemas, basicamente o que tem de ser feito são projetos que realmente funcionem de reflorestamentos, para amenizar os impactos, essa conversa bonita, e até concordo com os números, mas a realidade é bastante diferente. O IDH do município de Carnaúba dos Dantas, cidade com 6.836 habitantes quando não é o terceiro é o quarto do estado, e o responsável por isso é o polo cerâmico, essa hipocrisia é velha, e os impostos altíssimos pagos pelos ceramistas, será que tem algum retorno?

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