
Depois de participar de encontro técnico com gerentes e diretores clínicos de Unidades Básicas de Saúde do município de São Paulo, o ministro ressaltou que os profissionais devem ser capazes de atender de maneira eficiente os pacientes e evitar casos graves e mortes. “É preciso agir hidratando os doentes, identificando sinais de agravamento, como dor abdominal persistente e vômitos. Nestes casos, o paciente precisa ser hidratado imediatamente, não precisa sequer ir para o hospital. O tratamento deve começar na própria Unidade Básica de Saúde, da clínica privada. Isto é decisivo para evitar óbitos”.



