
“Observamos esse afastamento dos partidos que eram aliados como um atestado de que o PMDB estava certo. Todas as queixas apresentadas na época, como a falta de diálogo e abertura com os aliados, se comprovaram agora com outros partidos compartilhando da mesma queixa”, comentou Garibaldi.
Sobre os planos do PMDB para as eleições de 2014, o ministro disse que em nível nacional é manter a aliança com o PT, mas o projeto em nível estadual é lançar candidato na majoritária. No entanto, não quis falar em nomes específicos, apesar de lembrar que alguns possíveis candidatos são lembrados, como Henrique Alves e ele próprio. Ao ser questionado se vem analisando a possibilidade de sair candidato ao governo, ele afirmou que “o partido tem que entender que já fiz minha parte, já fui governador do Estado e mesmo com meu nome surgindo não quero mais”.

Ministro, o rompimento esta corrente, um governo centalizador, gerando desconfiança a todos aliado com um rejeição de aproximadamente de 83%, criando problema com os poderes como: judiciário, legislativo e o próprio poder, numa perseguição implacável com funcionalismo, que vem massacrando e humilhando.