Quatro anos depois, nenhum culpado. O escândalo potiguar do Foliaduto fez aniversário na quarta-feira de cinzas.
Era carnaval de 2006 quando o estado receberia shows de artistas consagrados. Mais de R$ 2 milhões foram pagos. Mas não houve apresentações.
Segundo o Ministério Público, o então chefe de gabinete civil , Carlos Faria, irmão da governadora Wilma Faria (PT), teria autorizado as despesas.


