E no momento em que o técnico Pedrinho Albuquerque jogava água no rosto do volante Bileu.
Coisas de decisão.
E agente vê claramente o meia Zé Maria tentando acalmar o “chefe”
Não acho que seja uma coisa tão séria.
Pior nos meus velhos tempos de boleiro, quando muitas vezes jogadores eram atingidos no rosto com éter.
Doía demais!
O certo é que a derrota de 5 a 1, em casa, praticamente tira todas as chances do Galo conseguir seu segundo caneco.
Em futebol tudo pode acontecer, não é aceitável a palavra impossível.
Mas diante do que está posto, do momento bom que vive o ABC e da péssima repercussão da derrota no Galo, o Estadual parece decidido.
A torcida do ABC tem o direito de fazer a festa.
Os jogadores e comissão técnica, ainda não.
Nem os jogadores ou comissão técnica do Galo têm o direito de “jogar a toalha”.
Por Edmo Sinedino






Está explicado amigo xerife, porque o povo de currais novos chama o corintians de time pequeno. Parece que é mesmo, isso não é comportamento de um técnico, imagine a torcida como se comporta vendo um exemplo deste. Lamentável. Isso é baixaria que não combina com o povo da região seridó.
Eu assistir ao jogo pela tv união, e logo no início da partida o jogador Betinho deu uma cusparada em um jogador do ABC, provando que o time já entrou desequilibrado na partida.
Ei, Jardinense, esse técnico fajuto não é do seridó, não. Isso é um arremedo de técnico, que nunca deveria ter comandado nem um time de pelada, daqueles dos meus tempos de moleque, das areias do seridó, ou das áreas de recreio do Ginasio Estadual.
Dedé de cabo Garibaldi, Cavalo 13 (bom lateral esquerdo), Bolão, o Velho Ercilio – grande zagueiro, como jogava bola – (irmão de Bolão), Sargento Tinteiro (grande goleiro do Caico EC nos anos 60) são todos melhores do que ele.