
“Quando assumi o cargo, minha intenção era implantar políticas públicas de excelência, para resolver os problemas das Centrais do Cidadão, do sistema prisional e das demais áreas de atuação da pasta. Mas eu precisaria de autonomia para colocar minha equipe técnica para trabalhar. O governo não me deu essas condições. O único cargo que pude indicar foi o da chefia de gabinete, que estava vago”, reclamou.
O ex-secretário creditou sua saída do governo às “divergências administrativas” com o modo como Rosalba Ciarlini conduz a máquina pública. Para Fábio, falta autonomia para que os secretários possam exercer o seu trabalho. “A governadora entende que aquela equipe lotada na secretaria conseguirá atingir as metas de melhorias para o governo. Eu penso diferente. Pode ser até que ela esteja certa”, ponderou.



A única modificação que aconteceu nas Centrais do Cidadão, foi a troca das letras que eram do governo passado.
É uma vergonha o que acontece no RN, o pior é que a Justiça só faz algo quando a governadora não está mais no poder.
Dá até pra pensar que os juizes e desembargadores tem rabo preso com o governo, seja ele qual for.