
Nos três anos e meio em que integrou conselhos administrativos da Brasilprev e da antiga Aliança do Brasil, Noronha recebeu R$ 132 mil reais sem precisar sair de casa.
Como era suplente nos dois colegiados e o titular nunca faltou, Noronha jamais participou de uma reunião sequer, mas a remuneração era depositada em sua conta corrente todos os meses, religiosamente. Segundo o Radar Online, receber esse dinheiro, ressalte-se, não é ilegal; é apenas imoral, dada a forma como conseguiu ser nomeado.
A renda complementar só foi cortada quando as tramóias de sua madrinha foram descobertas pela PF. Os números que engordaram o caixa do marajá José Noronha foram enviados pelo próprio Banco do Brasil ao gabinete do deputado Rubens Bueno (PR).




Cadê Rosemary? Sumiu, tomou doril, ela sabia de tudo sobre o ladraum cotó. Deve estar fazendo companhia a Celso Daniel. Era ela quem levava as gordas propinas do molusco para o exterior através das malas diplomáticas a serem depositadas nos paraísos fiscais, inclusive no Banco do Vaticano.