
Na verdade, a quantidade de aumento do risco de câncer foi de apenas 14 por cento maior em pares idênticos em que um dos gêmeos foi diagnosticado com câncer. Gêmeos idênticos se desenvolvem a partir do mesmo óvulo e compartilham exatamente o mesmo material genético.
Entre gêmeos fraternos (ou bivitelinos), que se desenvolvem a partir de dois óvulos diferentes e são tão geneticamente similares como irmãos biológicos normais, o risco de câncer em um gêmeo cujo outro irmão gêmeo teve câncer foi 5% maior. Os gêmeos analisados no estudo vinham de Dinamarca, Finlândia, Suécia e Noruega – países que mantêm bancos de dados de saúde altamente detalhados – e foram acompanhados entre 1943 e 2010.
