
“O conceito é ‘o coração não conhece limites’. E todos nós temos isso em comum, o coração. A gente aprende com esses atletas paralímpicos e com todas pessoas com deficiência, que não se deixam abater e conquistam coisas maravilhosas. Isso é muito inspirador. Eles só conseguem isso porque têm esse coração dentro deles, que faz romper os limites. Queremos que as pessoas saiam daqui repensando a deficiência”, disse Flávio, durante um intervalo dos ensaios, no fim da tarde de sexta-feira (2).
Segundo ele, trabalhar com pessoas com deficiência é completamente diferente. “Tem que ter um cuidado especial, mas a energia deles, com as limitações que têm, de se transportar aqui só para participar dos ensaios, já requer uma força além do normal. Isso faz com que a energia fique mais positiva ainda.”



