Empreiteiras tentaram acordo com Ministério Público antes das prisões

Mônica Bérgamo destaca na Folha que um dia antes da deflagração das prisões de dirigentes de empreiteiras, advogados de quatro delas se reuniram com representantes do Ministério Público em Curitiba. Tentavam chegar a um acordo prévio sobre a contribuição que as empresas poderiam dar às investigações. A conversa chegou a um impasse.

Refratárias à delação premiada, as empreiteiras propuseram um acordo coletivo para que pudessem colaborar, todas juntas e ao mesmo tempo. O Ministério Público refutou. Acha que isso configuraria “cartel da delação”. O MP pretende que cada uma das empresas assine um acordo individual de delação. Até agora, elas estão adotando uma estratégia conjunta, para evitar o que seria a “carnificina” de uma apontar o dedo para as irregularidades da outra. Estavam na reunião advogados da Camargo Corrêa, da Odebrechet, da UTC e da OAS.

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