
Os manifestantes fizeram um círculo no cruzamento no intuito de sensibilizar a Justiça para que a ela reconsidere a decisão de bloquear os pagamentos aos divulgadores da Telexfree.
A Telexfree vem sendo investigada pelo Ministério Público do Estado do Acre e é suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira utilizando como ‘disfarce’ um tipo de estratégia empresarial conhecido por marketing multinível, quando ocorre a distribuição de bens e serviços e divulgação dos produtos por revendedores independentes que faturam em cima do percentual de vendas. Estima-se que existam cerca de 70 mil investidores na Telexfree só no estado do Acre.
Esse é o caso do taxista Gracineudo Souza da Silva, de 42 anos, que vendeu uma caminhonete e um carro popular para poder investir na Telexfree. Ele conta que entrou no esquema em fevereiro de 2013 e até a suspensão judicial ainda não havia conseguido recuperar o valor investido.
“Já investi uns R$ 60 mil e já recuperei uns R$ 40 mil. Acho que é um massacre a população menos favorecida. Como taxista eu arrisco pegar um assaltante todo dia e com a Telexfree não, estava trabalhando menos, ficava fazendo meus anúncios em casa com a minha família”, diz.
O taxista diz que não tem muita preocupação com a possibilidade da Telexfree ser mesmo um esquema de pirâmide financeira. “Todo e qualquer investimento desse tipo aí a gente corre risco, mas no momento está dando certo”, diz.
Entenda o caso
No último dia 18, a juíza Thaís Borges, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, julgou favorável a medida proposta pelo Ministério Público do Estado do Acre (MP/AC) para suspender as atividades da Telexfree.
Com a decisão da juíza, foram suspensos os pagamentos e a adesão de novos contratos à empresa de marketing multinível Telexfree até o julgamento final da ação principal, sob pena de multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento e de R$ 100 mil por cada novo cadastramento. A magistrada afirma que a decisão não configura o fim da empresa, apenas suspende suas atividades durante o processo investigativo.



Nós divulgadores do estado de Mato Grosso do Sul estamos indiguinados com a suspensão da telexfree no nosso estado,Nós queremos que o STF interceda por nós que reabra o processo para desbloquear o site no nosso estado,nós estamos felizes com a telexfree e nós precisamos trabalhar e ganhar o nosso dinheiro.Por favor nós é que temos que decidir se a telexfree está fazendo mal ou bem para nós e a telexfree só fez bem até agora mudou a nossas vidas para melhor essa promotora não é do bem,manda ela consultar primeiro os divulgadores da telexfree aí ela terá a resposta que ela merece ela deve ter muito dinheiro para acabar com os sonhos de quem não tem tanto dinheiro assim.
com serteza essa juiza não analizou a idonidade dessa empresa antes de toma esta decisão. tem muitos pais de familias que fizeram emprestimos para investir e que precisam serem pagos, acorda juíza.
esse povo tem de ir cuidar em trabalhar e recuperar o que perderam e colocar na cabeça que dinheiro fácil não existe é conversa de garochinha.
Esse povo da telexfree tem um que de idiotas,
até porque se não fosse, não estaria nessa barca furada.
A Justiça não é para fazer ninguém feliz, mas para fazer justiça.