
Há quase dez dias, Cunha escudado por Henrique Eduardo Alves vinha pressionando para continuar mandando em Furnas. Na madrugada de hoje, numa reunião com Antonio Palocci, Alves disse que o seu PMDB não admitia ficar fora de Furnas.
Parecia que o impasse demoraria dias a ser resolvido – pelos menos assim era o padrão Lula de resolver crises. Dilma não aceitou a faca no pescoço e reagiu.
Agora, virá a reação de Cunha, Henrique Eduardo Alves & cia. O troco peemedebista será dado, como sempre, nas votações do Congresso. Será a hora de ver quem tem mais munição para esse jogo pesado. O fato, porém, é que Dilma pagou para ver.
Por Lauro Jardim

