
O argumento palaciano para negar a governadores e prefeitos dinheiro trazido de volta ao Brasil é que a natureza jurídica desses recursos “não deve ser necessariamente a mesma conferida à arrecadação do imposto de renda”, que é repassado a esses administradores públicos. Os vetos presidenciais ainda precisam ser analisados pelo Congresso, que pode manter ou derrubar as negativas presidenciais.
