Em conversa com um interlocutor próximo, a presidente eleita Dilma Rousseff descartou a permanência no cargo do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Internamente, ela tem sinalizado que o nome mais forte para o cargo é do diretor de Normas do BC, Alexandre Tombini.
Dilma quer dar uma sinalização que independente de quem esteja no comando da política monetária, a autonomia do Banco Central está mantida. A presidente eleita ficou especialmente contrariada com a notícia de que Meirelles estaria condicionando ficar no BC à manutenção da autonomia. Dilma tem dito que tem como meta a diminuição da taxa de juros. Ela já apontou como parâmetro ideal uma taxa real de 2% ao ano.
Do Ricardo Noblat



Convém, por precaução, a gente ir se preparando para o pior.
concordo com vc Paulo, a volta da inflação acaba com brasileiro, mas o juros tem que baixa no parametro mais rapido, 0,5% ao mes da pra acontecer e so quer.
Logo… logo… irão aparecer os outros PORQUINHOS!
Presidenta Dilma, boa noite,
Votei na Senhora e peço a Deus todo dia, em minhas preces, que lhe ilumine para fazer um Governo de Paz, Justiça Social e Retidão.
Mas com o Sr. Henrique Meireles no BC a economia não vem tão berm!? Então, por que mudar?
mais um (péssimo) sinal que o governo dela NAO VAI SER UMA CONTINUAÇÃO DO TÃO FALADO “excelente governo Lula)
Já to com medo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!