Notas

Despacho relaciona Henrique a “grupo criminoso”

Compartilhe:

O dinheiro, de acordo com a Procuradoria Geral da República, era oriundo de propina cobrada da empresa em troca da liberação de recursos do fundo de investimentos do FGTS para obras do Porto Maravilha, no Rio. A Folha de São Paulo teve acesso a um despacho de Janot no qual ele relaciona Alves a um “grupo criminoso”.

“Por ocasião da cobrança de vantagem indevida feita aos empresários da construtora Carioca, Cunha indicou para o depósito da propina outra conta, esta de Henrique Eduardo Alves”, disse o procurador­geral. Pessoas próximas às investigações relataram à Folha que houve mais de uma transferência da Carioca para o ex-ministro. Os valores totalizariam ao menos US$ 300 mil.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *