
A ordem no partido comandado pelo senador Agripino Maia é não desperdiçar nenhuma chance de negociação. Para uma coligação proporcional de deputado estadual Adécio vendeu seu peixe e dos colegas Getúlio Rêgo e Leonardo Nogueira: “tivemos quase 120 mil votos e temos o que oferecer numa coligação”.
“A situação de Wilma é um privilégio. Ela hoje está muito bem aceita nas pesquisas, todo mundo sabe disso, e agora com essa candidatura já definida do Eduardo Campos, Wilma, a nível de partido, tenta ter uma posição que ela queira ou deseje, porque assim disse o presidente do partido dela, candidato a presidente da República recentemente em Mossoró. Então ela está autorizada pelo próprio presidente do partido”, reconheceu o deputado.



