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Deputado Henrique Eduardo Alves foi quem mais “torrou” dinheiro da verba indenizatória

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O deputado federal, Henrique Eduardo Alves, gosta mesmo de “torrar no caco

10 comentários em "Deputado Henrique Eduardo Alves foi quem mais “torrou” dinheiro da verba indenizatória"

    Bruno Dias
    06/05/2008 às 17:15

    Que lindo!

    O Brasil deveria ser chamado de Velho Oeste(terra sem lei).

    Estou aqui nas mãos com o “Diário de Natal” de hoje(06/05) vendo quanto um Senador recebe dos cofres públicos. Confiram:

    R$ 16,2 mil – Salário;
    R$ 3,8 mil – Auxílio moradia;
    R$ 48 mil – Contratação de Assessores;
    R$ 34 mil – Pagamento de secretários;
    R$ 15 mil – Verba idenizatoria(aluguel de escritório político, gasolina e alimentação);
    R$ 733,00 – Verba para material gráfico;
    R$ 500,00 – Telefone Residencial;
    R$ 60 mil – Despesas postais;
    R$ 16 mil – 13º Salário;
    R$ 16 mil – 14º Salário(ajuda de custo no início do ano);
    R$ 16 mil – 15º Salário(ajuda de custo no fim do ano);

    Ta bom? Tem mais:

    Carro com motorista e 25 litros de combustível por dia;
    04 passagens de ida e volta todo mês para o estado que o Senador representa.

    Querem saber os custos de um deputado Estadual?

    QUANTO CUSTA UM DEPUTADO POR ANO

    Subsídio: 125.260,20
    Assessores: 780.000,00
    Auxílio moradia: 27.000,00
    Verba de gabinete: 208.950,00
    Ajuda de custo: 5.942,70

    TOTAL 1.147.152,90 (um milhão e lá vai conversa).

    É pouco?

    26224
    j.duarte
    06/05/2008 às 18:45

    Ja q o xerife nao colocou eu coloco.
    HENRIQUE GASTOU
    Classificação da despesa Valor
    Combustíveis e lubrificantes. Tipo de equipamento: Veículos automotores
    4.300,58
    Divulgação da atividade parlamentar.
    9.000,00
    Locomoção, hospedagem e alimentação.
    10.000,00
    Total 23.300,58

    Fabio Faria Gastou
    Classificação da despesa Valor
    Aquisição ou locação de software; serviços postais; ass. publicações; TV a cabo ou similar; acesso à Internet; e locação de móveis e equipamentos.
    3.210,00
    Combustíveis e lubrificantes. Tipo de equipamento: Veículos automotores
    150,00
    Locomoção, hospedagem e alimentação.
    238,50
    Total 3.598,50

    Joao maia foi o segundo q menos gastou

    Classificação da despesa Valor
    Aluguel de imóveis para escritório; despesas concernentes a eles.
    1.742,00
    Aquisição ou locação de software; serviços postais; ass. publicações; TV a cabo ou similar; acesso à Internet; e locação de móveis e equipamentos.
    341,82
    Combustíveis e lubrificantes. Tipo de equipamento: Veículos automotores
    1.654,72
    Locomoção, hospedagem e alimentação.
    88,95
    Total 3.827,49

    26230
    Chico Piauí
    06/05/2008 às 19:36

    o justo é pegar o acumulado do ano. e nao um mes específico.

    26233
    Paulo Gilberto Morais dos Santos - João Pessoa (PB)
    06/05/2008 às 20:53

    Isso aí não é nada, meus caros “comentaristas”, nadica de nada! O “bão” mesmo, segundo se comenta, são as propinas pela liberação de verbas dos ministérios para os projetos mais diversos. 30%, pelo menos, é o percentual que eles -corruptos que são – solicitam, na mais tremenda cara-de-pau, como propina ( o nome é esse mesmo, não há outro). Vocês querem um exemplo prático? Tenho. O projeto para a realização, aqui em João Pessoa, do BRASIL JAZZ FESTIVAL, está travado no MinC há mais de um ano (podem ir lá na página do MinC e acessar em “Apoio a Projetos” o de Número Pronac 07776. Aconteceria em agosto do ano passado, depois em dezembro, depois na Semana Santa, já este ano, prorrogado, sucessivamente, que foi, por não haver a OSCIP que comprou a idéia, concordado em “molhar” a mão de um determinado senador da república (não nordestino, por sinal) que se propôs a viabilizá-lo de imdeiato mediante a módica importância de R$ 250 mil. A pessoa que negocia lá com o pessoal do Planalto Central não sou eu, mas me merece confiança suficiente para que tenha a certeza de que não mente. O que eu faço, digo melhor, o que eu faria no projeto (tô fora, a essa altura, por não acreditar mais nele)? Seria seu Diretor Executivo, remunerado pelos serviços que prestaria. Está lá, gente, no orçamento. Passei o indesejável vexame de apresentar sucessivas desculpas a artistas como Hermeto Pascoal, Arismar do Espírito Santo, Sandro Haik, Brazilian Trombone Ensemble, Isaac Negrene, Jubileu e tantos outros mais pelos adiamentos de uma coisa que jamais viria a acontecer. Não gosto de passar vergonha, e por isso faço o desabafo com a coragem e a disposição necessárias para repeti-lo em qualquer forum. Se quiserem ir ao Google e buscar “Paulo Gilberto Morais dos Santos – No Palco Principal”, se certificarão de parte do que afirmo aqui.

    26237
    O verdadeiro (site)
    06/05/2008 às 21:29

    ESSE DEPUTADO SÓ VIVE ENVOLVIDO EM MARUAGEM

    26238
    seridoense
    07/05/2008 às 07:34

    Henrique!!! De novo??? Nãooooo!!! Será que o povo não se cansa????

    26255
    É assim
    07/05/2008 às 09:54

    E o Pior que na próxima ele se candidata e ganha de novo!!!!!! porque ôh povo que gosta de sofrer é o do RN…

    26266
    Rodrigo
    07/05/2008 às 10:39

    Isso é muito bom saber….gostaria que fosse publicado também nos bares de Caicó, pois sempre tem aquela turminha de puxa saco, que não sabe de nada e ficam brigando por causa de políticos…..mais mesmo assim essa mesma turminha acha isso um espetáculo….abraço.

    26270
    Jane Maria Berg Pinheiro Chagas
    14/07/2008 às 18:35

    Henrique Eduardo foi eleito pela primeira vez aos 21 anos, sem condições nenhuma de representar o RN, mas o então seu pai Aloísio Alves, cassado politicamente na época e depois ministro de qualquer coisa num desses desgovernos que nos assolam, foi quem fez a campanha de Henrique e quem ficou por traz dando os palpites para o “filhinho”aparecer e estar hoje onde está. Não esqueçam que no RN durante muitos anos a família Alves era quem mandava

    34261
    Jane Maria Berg Pinheiro Chagas (site)
    14/07/2008 às 18:38

    Henrique Eduardo foi eleito com o prestígio do seu pai e da famália Alves que mandava no RN naquela época, quando ele tinha 21 anos, sua primeira eleição, enquanto seu pai Aloísio continuava cassado, depois no govêrno Sarney ele foi ministro de qualquer coisa, enquanto o “filhinho” crescia. E continua aí, como tantos outros, culpa de quem? Do povinho burro.

    34262

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