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Delator tem que ter provas, diz membro da CPI da Petrobras

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Na Câmara, o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE),  afirmou que tem conversado com outros líderes da oposição, como os deputados Rubens Bueno (PPS-PR) e Antônio Imbassahy (PSDB-BA), para definir as ações a serem tomadas na CPI mista da Petrobras. Mendonça Filho afirmou ressaltou que é preciso cautela com o compartilhamento de informações da delação de Paulo Roberto Costa.

“Esse compartilhamento tem que obedecer critérios sérios, porque não é toda informação prestada pelo depoente, no caso o delator, que funciona como uma prova do envolvimento de um determinado personagem num ato criminoso. Só se dá essa situação com o aval da Justiça, no caso, o juiz federal ou do ministro do Supremo. E a gente tem que ter a cautela, o cuidado, de não cometer injustiças, porque quando se comete injustiça, você, primeiro, provoca um dano irreparável a quem está sendo injustamente acusado e, segundo, você abre uma brecha para que o processo não ande, porque vai se apegar a um procedimento errado para questionar a legitimidade das ações colocadas”, afirmou.

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