
Inicialmente, o palestrante saudou e cumprimentou todos os presentes dizendo que eles representam a comunidade jurídica. Agradeceu ao convite feito pelo desembargador Expedito Ferreira, o que considerou um privilégio. Começou sua explanação afirmando que não iria fazer uma palestra, mas sim uma reflexão em voz alta sobre os desafios da magistratura.
O jurista disse acreditar efetivamente no direito e na justiça como valorização da pessoa humana. Assim, para ele é um privilégio poder falar para pessoas que acreditam ser a magistratura o caminho para a concretização desta crença. Fez retrospectiva sobre a atuação do juiz ao longo da história, desaguando nos dias de hoje para frisar que a perspectiva atual é a da recuperação da ética no mundo do direito.
“Hoje vivemos o fracasso do racionalismo que ignorou o valor humano e supervalorizou o poderio econômico e materialista. E isto se consubstancia em um obstáculo ao humanismo que tem que ser priorizado na prática do direito para que o magistrado aja com justiça”, afirmou.



