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Cruzeta vai sediar o V Circuito de Tecnologias Adaptadas para a Agricultura Familiar

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A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte, Emparn, em parceria com o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte, Emater, vinculadas à Secretaria Estadual da Agricultura da Pecuária e da Pesca (SAPE), e com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) realiza o V Circuito de Tecnologias Adaptadas para a Agricultura Familiar, este ano com o tema, Tecnologias que Alimentam Potiguares.

O evento será aberto na próxima quinta-feira (21/08), no Centro de Profissionalização em Produção Animal do Seridó, em Cruzeta. O Circuito será realizado em cinco etapas, nos municípios de Cruzeta, Lajes, São josé de Mipibu, Lagoa Nova e Apodi, onde o evento vai ser encerrado. O objetivo do Circuito de Tecnologias, é levar aos produtores rurais, principalmente da agricultura familiar, conhecimentos que contribuam de forma positiva para o desenvolvimento agropecuário.

Pesquisadores da Emparn e extensionistas da Emater, realizarão palestras, dias de campo e apresentações das pesquisas desenvolvidas pela Emparn, voltadas para melhorar a vida do agricultor familiar, que precisa desse suporte para desenvolver atividades sustentáveis no meio rural. Para o presidente da Emparn, Henrique Santana, essa é uma oportunidade dos pesquisadores terem contato direto com produtores, tornando mais acessível o conhecimento sobre as inovações tecnológicas na agropecuária, conhecimentos que muitas vezes não chega ao agricultor, mas que pode mudar a realidade em que vivem, para melhor, principalmente porque garante a permanência do homem no campo, desenvolvendo uma atividade lucrativa e de sustentabilidade.

Nessa primeira etapa (quinta e sexta, 21 e 22), em Cruzeta, o foco vai ser a Bovinocultura de Leite. Segundo o coordenado de Produção Animal da Emparn, Guilherme Costa Lima, a temática da bovinocultura leiteira foi selecionada como um dos destaques do Circuito de 2008, em função de sua grande importância para a agricultura familiar. Segundo dados da Emater-RN, a pecuária bovina foi responsável por 51% dos contratos de crédito do PRONAF realizados por esses produtores no Rio Grande do Norte em 2007.

A bovinocultura leiteira potiguar passa por momentos de crise em função os altos custos de produção, motivados pela escalada de preços dos insumos, principalmente, dos concentrados comerciais, minerais e fertilizantes. Nesse cenário, a busca por informações técnicas passa a representar uma ferramenta de grande importância para viabilização dos negócios rurais na região.

PROGRAMAÇÃO V CIRCUITO

1ª ETAPA- 21 E 22 DE AGOSTO, EM CRUZETA ( Dia de campo)

BOVINOCULTURA DE LEITE

Reservas Estratégicas de Forragens

Manejo Alimentar de Gado Leiteiro

Manejo Reprodutivo de Gado Leiteiro

Qualidade do Leite

3 comentários em "Cruzeta vai sediar o V Circuito de Tecnologias Adaptadas para a Agricultura Familiar"

    Francisco Lamarck Dantas
    14/08/2008 às 22:49

    Acho muito louvável iniciativas como essas que a EMPARN irá realizar em Cruzeta. Mas igualmente importante, seria que o GOVERNO do ESTADO, através dos órgãos competentes, como a EMATER, e a própria EMPARN, desse realmente assistência aos PRODUTORES RURAIS em suas propriedades. Pois é público e notório que os funcionários que são designados (quase sem exceção) pelo menos para a EMATER, nada realizam na prática que beneficie o homem do campo. São meros receptores de salários, enclausurados em escritórios que pouco, ou nada realizam. Não desenvolvem nenhuma técnica nova que oportunize melhor rentabilidade na produção agrícola ou pecuária. São verdadeiros parasitas. Obrigado Robson, pelo espaço e desculpe pelo desabafo.

    37124
    PRODUTOR RURAL
    14/08/2008 às 23:03

    MEU AMIGO ROBSON, O GOVERNO DO RIO GRANDE DO NORTE, DEVERIA IR CONHECER UM PROJETO DE BOVINOCULTURA LEITEIRA ASSISTIDO PELO SEBRAE NO MUNIC

    37126
    ALÔ GOVERNADORA!!!
    14/08/2008 às 23:23

    Senhora Governadora: reveja minha cara gestora, o preço defasado que a senhora está pagando pelo litro de leite a nós produtores. É inconcebível vendermos um produto que nos custa tão caro para produzirmos, ao preço vergonhoso de R$ 0,65 (SESSENTA E CINCO)centavos o litro. Cadê o incentivo que é dado pelos governantes ao homem do campo, para continuar morando e produzindo na zona rural??? Tudo tem alta de preço: energia elétrica para irrigarmos; mão-de-obra; insumos agricolas em geral…menos o que produzimos!!!NOS SOCORRA, ESTAMOS À BEIRA DA EXTINÇÃO SOCIAL!!!

    37127

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