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CPMF não resolve déficit da Previdência, dizem economistas

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A proposta de criação de uma nova Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) é vista por economistas do Rio de Janeiro como instrumento que trará mais custos do que benefícios e não evitará o rombo da Previdência Social. Embora concordem que é preciso tomar medidas para evitar o déficit previdenciário, especialistas consideram que a CPMF poderá afetar a atividade econômica e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país.

A coordenadora técnica do Boletim Macroeconômico do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), Silvia Matos, disse que a proposta do governo de criação de uma nova CPMF é remédio ruim, que não resolve o problema estrutural do déficit da Previdência Social. A economista disse que a instabilidade das contas públicas brasileiras decorre de gastos que “crescem consistentemente”, entre os quais destacou as despesas da Previdência. A estimativa é que o déficit da Previdência alcance R$ 200 bilhões em 2016, disse.

1 comentário em "CPMF não resolve déficit da Previdência, dizem economistas"

    M. D. R.
    16/09/2015 às 15:20

    É mentira… vai fazer igual a FHC,dizendo o dinheiro que era para saúde e foi bancar os programas sociais.Pagamos impostos, iguais a países do primeiro mundo e serviços de quarta categoria. Só favor pela saída de Dilma.

    647671

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