
É só no que falam alguns operadores do direito que tiveram acesso ao ministro Gilson Dibb, corregedor geral do CNJ, a assessores deste que o acompanharam na missão a Natal ou com interlocutores locais que eventualmente captaram informações neste sentido.
Uma das ligações que teriam despertado o interesse da delegação do CNJ estaria ligada ao famoso “Escândalo do Ouro Negro”, que estouro lá pelo centro-sul do país, envolvendo vantagens ilegalmente concedidas por governos estaduais, e quando chegou ao noticiário nacional destacou um grande envolvimento com as gestões Fernando Freire e Wilma de Faria à frente do executivo potiguar.
Fontes da coluna muito bem postadas na praça 7 de Setembro, onde tem sede o Tribunal estadual, dizem também que, com certeza, a corregedoria do CNJ se interessou por dois escândalos que eclodiram mais recentemente no âmbito do governo potiguar, o chamado “Foliaduto” e a “Operação Higia”.
Quanto à “Operação Higia”, que investigou uma verdadeira espoliação a que foi submetida a secretaria estadual de Saúde, pareceu-lhes altamente oportuno o fato de só ontem, com a presença do ministro Dibb em Natal, o juiz Virgílio Fernandes de Macedo haver emitido o mandado de citação para os vinte réus do processo, que há mais de um mês receberam igual exigência de parte do colega Nélson Jambo, da justiça federal.
Por Roberto Guedes




Na verdade, o nome do Ministro é Gilson DiPP, e não DiBB.
è para acochar essa gangue de ladrão