
Segundo ele, o Governo se defronta com uma questão de ordem legal, que não pode nem deve ser violada, e o prejuízo provocado à sociedade tem sido imenso. Paulo de Tarso disse que o objetivo principal da reunião era apresentar a verdade em relação ao que pode ser atendido dentro da pauta de reivindicações da categoria. “Embora não possa trazer a melhor notícia, trago a verdade. Se não é possível atender, pelo menos fica nosso compromisso com o que é verdade”, disse.
Sobre a nomeação dos concursados, o secretário-chefe do Gabinete Civil se comprometeu a “logo que haja possibilidade legal, essa contratação, que é pleito da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, é prioridade do Governo. Quando e como isso pode ser feito é de difícil resposta, apenas quando a lei permitir”.
Já em relação ao enquadramento na carreira com consequente reajuste de vencimentos, o Governo não pretende, no caso específico da Polícia Civil, discutir a lei que está em vigor, pois não pode torná-la concreta agora.


Amigo Robson, já existe decisão judicial ordenando o Governo do Estado a nomear todos os aprovados dentro do número de vagas em até 60 dias. A LRF não é desculpa para não nomear esses concursados, já que a decisão judicial afasta até mesmo a lei de responsabilidade fiscal.