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Com fim do Ciência sem Fronteiras, intercâmbio em graduação cai até 99%

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O número de intercâmbios entre alunos de graduação das universidades públicas brasileiras despencou com o fim do programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal.

Sem a ajuda do Ministério da Educação (MEC) desde julho de 2016 e em meio à crise econômica, as instituições de ensino federais e estaduais reduziram em até 99% o número de alunos enviados ao exterior até o ano passado.

Para especialistas, esse dado representa não só uma perda de experiência acadêmica para os estudantes, mas também um prejuízo para a formação científica no País.

1 comentário em "Com fim do Ciência sem Fronteiras, intercâmbio em graduação cai até 99%"

    Antonio Turci
    20/11/2017 às 11:41

    Raras exceções positivas. Nem é perda de experiência nem prejuízo á formação acadêmica. O Ciência sem Fronteiras foi uma grande queima de dinheiro público. A aproveitamento foi pífio. Boa parte da galera foi “turistar” com recursos do contribuinte. É um programa que precisa ser melhor (re)pensado para poder voltar a ser posto em prática.

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