O número de intercâmbios entre alunos de graduação das universidades públicas brasileiras despencou com o fim do programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal.
Sem a ajuda do Ministério da Educação (MEC) desde julho de 2016 e em meio à crise econômica, as instituições de ensino federais e estaduais reduziram em até 99% o número de alunos enviados ao exterior até o ano passado.
Para especialistas, esse dado representa não só uma perda de experiência acadêmica para os estudantes, mas também um prejuízo para a formação científica no País.




Raras exceções positivas. Nem é perda de experiência nem prejuízo á formação acadêmica. O Ciência sem Fronteiras foi uma grande queima de dinheiro público. A aproveitamento foi pífio. Boa parte da galera foi “turistar” com recursos do contribuinte. É um programa que precisa ser melhor (re)pensado para poder voltar a ser posto em prática.