Sem prefeito desde que foi alvo de operação da Polícia Federal na semana passada, o município de Presidente Kennedy (ES) enfrenta problemas e sinais de crise em setores da administração.
Carros de emergência em saúde, por exemplo, estão sem combustível – e não há quem autorize as compras. Caminhões-pipa que levam água para localidades próximas também registram estoques baixos de combustível. O pagamento do funcionalismo ameaça atrasar.
A cidade está sem comando desde a prisão, no último dia 19, do prefeito Reginaldo Quinta (PTB) na operação Lee Oswald – batizada em alusão ao assassino de John Kennedy (1917-1963), presidente dos EUA que dá nome à cidade. Segundo a PF, Quinta é suspeito de fraudes em licitações e de desvios até R$ 50 milhões da prefeitura.



