
A movimentação mais recente mostra uma separação processual. É que com a prolatação da sentença de pronuncia, o advogado, Rivaldo Dantas, que também é réu no caso, recorreu, enquanto Gilson Neudo não. Por causa disso e, para não atrasar o andamento do processo, o magistrado decidiu separar a peça.
O jornalista Francisco Gomes de Medeiros, foi morto na calçada de sua casa no dia 18 de outubro de 2010. Ele estava sentando quando o “Dão” se aproximou de moto, parou e abriu fogo. Depois de efetuar os disparos, empreendeu fuga, foi preso, solto e preso no dia seguinte.


