
“O Rio Grande do Norte precisa fazer o seu dever de casa para não ser um Estado pedinte. Nós vamos, através do combate ao desperdício, governando com austeridade, revisando contratos, chegar nesse percentual”. Dessa forma, calculou, serão R$ 3 bilhões em investimentos ao final de quatro anos. “Posso dizer isso com toda segurança, porque, quando recebi a Prefeitura de Natal, em 2002, ela investia R$ 30 milhões ao ano, e na nossa gestão, depois de seis anos, aumentamos para R$ 138 milhões, o que representava 14% do Orçamento municipal”.
Perguntado sobre a viabilização dos grandes projetos estruturantes que constam em seu Programa de Governo — a construção de um porto no município de Porto do Mangue, a ampliação dos portos de Natal e Areia Branca, consolidação do aeroporto internacional de São Gonçalo do Amarante e construção de uma ferrovia que ligue o Rio Grande do Norte à ferrovia Transnordestina, entre outros —, Carlos Eduardo afirmou que os recursos sairão do Orçamento e do restabelecimento da saúde financeira do Estado.
Sobre o fato de a coligação “Coragem Pra Mudar” ser a menor em comparação com os principais adversários, o candidato do PDT disse que sua aliança “é com o eleitor”. “O que tenho visto é que o eleitor e a eleitora estão fazendo escolhas independentes das legendas partidárias; as pessoas estão votando em candidatos, e não em partidos. Nós não temos uma cultura partidária ainda. O nosso desafio é fazer essa eleição com o eleitor e a eleitora, porque o governo que vamos realizar é para o cidadão e a cidadã”.
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