
Na época, o comandante da Polícia Militar, coronel PM Francisco Araújo, contou que não foi registrada queixa do caso. Uma possível investida realizada no último dia 30, quando Carla Ubarana teria ido buscar a filha na escola e teria ficado ferida após ter sido abordada por um homem com uma faca também não foi confirmada pela polícia.
“Minha vida está horrível, estou sem receber dinheiro e eles estão recebendo normal”. Com essas palavras a ex-chefe do setor de precatórios do TJRN e ré no processo da “Operação Judas, Carla Ubarana, relatou em entrevista à TV Ponta Negra que se sente injustiçada. Ubarana alegou que está pagando pelo que fez e os desembargadores acusados não. “Eu paguei e eles não pagaram, eu fui presa e eles não”.


