Carlos Eduardo Xavier começou sua caminhada eleitoral carregando uma identificação quase automática com a governadora Fátima Bezerra. Era o “Cadu de Fátima”, numa referência direta à gestão da qual fez parte e ao grupo político responsável por lançar sua candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte.
Depois, a estratégia mudou. Com a entrada mais forte do presidente Lula na campanha, surgiu o “Cadu de Lula”. O nome do presidente passou a ocupar espaço central na apresentação política do candidato.
O problema é que uma candidatura ao Governo precisa também de identidade própria. Cadu não pode depender exclusivamente de ser “de Fátima” ou “de Lula”. Precisa dizer ao eleitor quem é Cadu Xavier, quais são suas ideias, suas diferenças e o que pretende fazer caso seja eleito governador.




Era para ser ex-candidato e ex-secretário