A montagem da nominata para deputado federal da federação União Brasil/PP no Rio Grande do Norte virou ponto de tensão interna. A chapa ainda não teria fechado o percentual mínimo de candidaturas femininas — exigência legal — e a indefinição já começa a gerar reação pública.
Uma das vozes mais firmes é a da pré-candidata Leila Maia, que condiciona sua participação à garantia de estrutura e competitividade. Primeira suplente de vereadora em Natal, ela afirma que, até agora, não houve confirmação de outros nomes femininos suficientes nem sinalização clara de condições reais de disputa.
“Não serei apenas um nome para cumprir cota”, declarou.
Leila diz aguardar uma definição dos dirigentes partidários, mas deixa claro que não pretende entrar em uma candidatura simbólica. Segundo ela, há um projeto político consolidado ao longo dos anos, que não será colocado em risco sem viabilidade concreta.
Com atuação de mais de 15 anos na área de Educação Física, Leila construiu sua imagem pública ligada a pautas sociais relevantes, como saúde mental, bem-estar, combate ao suicídio e enfrentamento à violência contra a mulher. Também tem presença digital com foco em impacto social — o que, na avaliação de aliados, a coloca como um nome com potencial competitivo, desde que haja suporte partidário.
A pressão agora recai sobre a direção da federação União/PP, que precisa não apenas cumprir a exigência legal, mas garantir condições às candidaturas femininas.Se não houver avanço, Leila já deixou o recado: fica fora da disputa.
BNews Natal




