Logo após a reunião administrativa em que os ministros do Supremo aprovaram um reajuste de 16,38% nos próprios salários, a presidente da corte, Cármen Lúcia, ofereceu um jantar em sua casa aos colegas. Ela está se despedindo do comando da corte. O clima foi ameno e não se falou de trabalho durante a noite.
No dia seguinte, ao chegar ao tribunal, Cármen Lúcia criticou de maneira velada a posição dos ministros que votaram pelo acréscimo de R$ 5,5 mil aos salários –hoje de R$ 33,7 mil. O clima azedou.




