Opinião

As companhias que cercam Allyson Bezerra são péssimas

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As companhias que cercam Allyson Bezerra são péssimas
  • Pedido de prisão em CPMI reacende debate sobre critérios de apoio na corrida ao governo

A política ensina, vez por outra, que alianças dizem muito sobre projetos. E, no caso do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, as companhias começam a gerar mais perguntas do que respostas.

A CPMI do INSS aprovou requerimento que trata da decretação de prisão preventiva do sindicalista Abraão Lincoln Ferreira da Cruz, investigado por supostos desvios de recursos de aposentados e pensionistas da Previdência Social. A medida foi fundamentada na conveniência da instrução criminal, garantia da ordem pública e aplicação da lei penal.

O detalhe político que chama atenção no Rio Grande do Norte é que o mesmo Abraão figura entre apoiadores do projeto estadual de Allyson.

Não se trata aqui de antecipar culpa — isso cabe à Justiça. Mas, na política, imagem é ativo valioso. E proximidade com personagens sob investigação pesada costuma cobrar preço alto.

O velho ditado atravessa séculos porque continua atual: “dize-me com quem andas e eu te direi quem és”. Quando um pré-candidato ao Governo do Estado busca ampliar alianças, cada apoio recebido passa a compor a fotografia pública do projeto.

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