
No ano passado, os sindicatos haviam recebido R$ 170 milhões até março. Em 2018, de acordo com relatório do Ministério do Trabalho e Emprego divulgado pelo Valor, foram R$ 34,6 milhões, um recuo de 79,6%.
Como resultado, as entidades têm cortado funcionários, devolvido imóveis alugados, diminuído mobilizações e passaram a cobrar por serviços antes gratuitos aos trabalhadores.



