
A proposta que passará ainda pelo plenário antes de seguir para o Senado, argumenta que “em tese o brinquedo é inofensivos, mas que podem aguçar a curiosidade por armas verdadeiras, trazendo malefícios à formação do menor”. Até a inocente espoleta, “munição” dessas armas, seria proibida pelo projeto.





Mesmo estando liberada a venda, eu nuca comprei uma arma de brinquedo para meu filho. E nem aceito que ele ganhe de presente. Parabéns ao autor do projeto, e vamos torcer pela sua aprovação.