Notas

A aposta dos tucanões

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Os tucanos finalmente avançaram algumas casas no tabuleiro. Na semana passada, a briga pela presidência do PSDB chegou ao fim. O governador Geraldo Alckmin será o chefe do partido e com isso se encerra a luta fratricida que se desenrolava havia quatro meses entre as alas dos senadores Tasso Jereissati e Aécio Neves. Com o acordo, uma segunda e mais importante disputa — essa pelo posto de candidato da sigla à Presidência da República — também fica praticamente liquidada.

Na condição de comandante e “pacificador” do partido (além, claro, de deter a chave do cofre da legenda), Alckmin passa a ser “o” nome do PSDB para as eleições presidenciais de 2018.

Já havia contribuído para essa definição a desidratação do prefeito João Doria, que agora se dará por satisfeito se conseguir a indicação para a vaga de candidato do partido ao governo de São Paulo.

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