
Segundo o cientista político, as mudanças de cargos nas funções “inferiores” indicam que há uma necessidade identificada pela prefeita de buscar pessoas “fieis” para compor a gestão. “A reforma pode ter ocorrido para tentar reverter a rejeição popular que existe hoje à administração ou premiar as pessoas que mostraram maior fidelidade à prefeita. Como a reforma foi profunda, atingindo cargos inferiores, há um indicativo de que pode ser uma preparação para a disputa pela reeleição”, analisa.




É muito sem noção
Deve ser muito corajosa, porque ingênua não é…