“Saio com saudade. Não queria sair, não”. Com estas palavras, o conselheiro Alcimar Torquato de Almeida despediu-se do Tribunal de Contas do Estado, local onde trabalhou por mais de 28 anos e deixou marcas, como a de um homem sábio e conciliador, como foi ressaltado nos discursos e homenagens que preencheram a pauta das sessões da Primeira Câmara de Contas, que ele presidia, e do Plenário desta quinta-feira (22) pela manhã.
“Aqui fiz amigos. Cumpri o que prometi no primeiro dia nesta Casa. O que realizei foi pensando no próximo”, disse, enfatizando que orgulhava-se por ter contribuído com o Estado e pertencer ao TCE, “instituição às vezes mal compreendida, injustiçada”, relatou Alcimar.
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