O senador José Agripino (DEM) disse que a sociedade brasileira espera e cobra dos parlamentares uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar as denúncias de corrupção no Ministério do Transportes. Em aparte ao discurso do ex-ministro e agora senador Alfredo Nascimento nesta terça-feira (2), Agripino afirmou que o país aguarda por esclarecimentos que somente Nascimento e o PR podem oferecer. “Só há um caminho: a investigação rápida”, reafirmou o presidente do Democratas em plenário destacando a importância das assinaturas dos senadores do PR para a CPI.
A comissão parlamentar de inquérito para investigar as denúncias de corrupção durante a administração de Alfredo Nascimento no Ministério dos Transportes já conta com as 27 assinaturas necessárias para sua criação.
“Como presidente do meu partido afirmo que, se a CPI for instalada, será feita com equilíbrio e moderação porque o país quer que esses fatos todos sejam investigados com isenção. O povo brasileiro não quer e não aceita radicalismo, mas quer esclarecimentos sobre as denuncias. Nós agiremos com equilíbrio e moderação para prestar um serviço ao Brasil”, frisou o parlamentar.
Em seu discurso, Alfredo Nascimento disse que deixou o cargo no início de julho após perceber que não receberia mais do governo federal o apoio que lhe havia sido prometido. O agora senador negou envolvimento em irregularidades no Ministério dos Transportes e disse que os episódios que são alvos de denúncia ocorreram quando estava fora da pasta.
Agripino encerrou suas palavras destacando a importância da assinatura do próprio PR para a instalação da CPI dos Transportes. O potiguar Nascimento declarou que não decide sozinho, mas junto com os sete senadores de seu partido.




CPI, CPI, CPI E MAIS CPI.
O senador do enxovalzinho e do rabo-de-palha passou os oito anos(*) dos dois mandatos de Lula criticando o governo. Agora parece querer repetir a dose.
E os projetos, Senador, em benefício do RN?
(*)oito anos, não, pois no final do segundo mandato de Lula ele, o senador Agripino, num ato de oportunismo e até de covardia, passou a elogiar não somente o governo, como até o presidente Lula. O objetivo o senador alcançou: A REELEIÇÃO. Mas Zé Serra num gostou muito, não.