
Um caso emblemático é Wilma de Faria (PSB), candidata derrotada ao Senado, ex-governadora até o final de março deste ano.
Por precipitação, ranço politiqueiro ou passionalidade, algumas pessoas se apressam em encontrar culpados. A lista começa pelo seu marketing, passando pela suposta fragilidade do candidato governista Iberê Ferreira (PSB) etc.
Alto lá!
Wilma é algoz de si mesmo. Construiu e demoliu a própria imagem de “Guerreira” destemida, arrojada e quase imbatível. As eleições de 2010 são, talvez, sua última batalha.
O wilmismo sai destroçado das urnas. Isso é fato. O estrago não foi completo por causa de detalhes.
A campanha, em si, apenas refletiu um desmanche que começara lá atrás.
No futebol, antes do campeonato existe uma pré-temporada que serve à arrumação da equipe. Na campanha existe algo parecido, a pré-campanha. Se as costuras vão mal, os reflexos pipocam adiante, precisamente nas urnas.
Na pré-campanha do wilmismo foi desenhada uma derrota que não causa surpresa.
Além do adversário difícil, senadora Rosalba Ciarlini (DEM), aparecem em relevo a autosuficiência, menosprezo a aliados e arrogância. São fatores que explicam, em parte, o desmoronamento.
Ela extraviou enorme capital político amealhado ao longo dos últimos anos.
Perdeu o deputado Robinson Faria (PMN), que virou vice de Rosalba; abriu mão de um dos principais planificadores de suas campanhas, o deputado Rogério Marinho (PSDB; não passou confiança a aliados que ficaram como os deputados federais Henrique Alves (PMDB) e João Maia (PR).
Seu governo até podia ser visto em farta propaganda, mas não costumava ser lembrado.
Tem mais.
A autosuficiência apareceu, por exemplo, ao repetir o erro de 2008 em Natal, quando só arrumou a chapa à prefeitura na 25ª hora. Fez o mesmo em 2010. Montou “no tranco” a chapa Iberê-Vagner Araújo (PSB).
Wilma coleciona desapontamentos.
Perde feio a cadeira do Senado, sendo apenas terceira colocada, não consegue eleger seu filho Lauro Maia (PSB) deputado estadual e reelege a duras penas a filha Márcia (PSB) à Assembleia Legislativa.
Além disso, não tem qualquer deputado federal de sua confiança direta e ainda é obrigada a engolir a vitória de José Agripino ao Senado, sem conseguir fazer o sucessor.
Exímia combatente, Wilma agora está à frente de um “Exército de Brancaleone”, juntando os cacos daquela que talvez tenha sido sua última batalha: “Waterloo”.
Por Carlos Santos

Eu achei ótimo! Xerife! Cadê, Fatima Morais, Genildo Pereira? Vc dá noticias deste povo? Vão babar quem agora? Vão viver de quê?kkkkkkk. Cadê a Guerreira do povo? Ela é guerreira de si mesmo, da sua arrogância,falta de humildade. Se achava imbatível! DERROTADA>
Minha nossa,quanta satisfação em ver a decadência política dessa mulher,com isso também vai sendo exterminada da vd pública a dublê de política que se chama Fátima Moraes,mulher prepotente e arrogante,igualmente a sua criadora Wilma.Vão embora,se reservem ao direito do silêncio que só falará em juízo.
Xerife i eu pergunto cadê a votação da senadora vilma apoiada por Ivanildinho em TImbauba???? Ficou em 3° lugar e nosso garibaldi em primeiro lugar!!!
Apenas o povo devolveu a dona Wilma os frutos colhidos por eles. Ela é merecedora do que vem passando, acho pouco. Aqui se planta, aqui se colhe. RRRRRRRRRRUUUUAAAAAAA.
O IMPÉRIO DA EX-GUERREIRA CAIU,ANTES TARDE DO QUE NUNCA!!!
TENHO LIGEIRA IMPRESSÃO QUE VILMA SERÁ CANIDATA E A VEREADORA POR NATAL EM 2012,MÁS PODEM ANOTAR CORRE RISCO SOFRER OUTRA HUMILHANTE DERROTA..POIS O POVO JÁ DESCOBRIU QUEM É A EX-GUERREIRA!!
Creio que, apesar de bem elaborada, essa análise não ressalta o real motivo da derrota da Guerreira. Se cada autuação do fisco estadual, só nos últimos 3 anos a comerciantes diversos (dos maiores aos pequenos mangaeiros), fosse revertido em 1, apenas 1, voto, Wilma teria sido a mais votada do país. É amigo, quem planta vento (ou multas, no caso) colhe tempestade (ou derrotas arrasadoras).
A guerreira na política de governo ela dizia que ia dá uma surra de saia em Garibalde, agora sim, ela levou uma forte surra de calças.kkkkkkkkkkkkkkkkaaaaaaaaaaaaaaaaa
Acho que foi uma série de fatores de levou Dona Vilma a uma decadência eleitoral. Primeiro, o segundo governo dela não existiu, não fez nada. A sua arrogância, o seu jeito prepotente de ser. Jogou muito veneno em pessoas de bem, de maneira raivosa e por último queria empurrar um filho FICHA SUJA na goela do povo e queria que engulíssemos isso. Aí tem limite. Eu nunca votei no senador José Agripino, mas me senti sem opção. Vilma foi uma onda de uma tempestade, que já passou.
xerife nóis pequenos comerciantes sofremos muito com essa mulher .