
Com essa nova diretriz, mais 14% dos adultos dos EUA passam a ter o problema – acréscimento de 30 milhões de pessoas, mas apenas 2% precisarão de medicação imediatamente. O restante precisará tentar estilos de vida mais saudáveis, de acordo com o conselho de médicos que aprovou a medida. Dietas pobres, falta de exercício e outros maus hábitos causam 90% dos problemas de pressão.
O risco de doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais e outros problemas caem à medida que a pressão sanguínea é estabilizada. O novo limite “é mais honesto” sobre o número de pessoas que tem o problema, segundo Paul Whelton, médico da Universidade Tulane, que liderou o painel de diretrizes


