O deputado federal João Maia reafirmou em Nota de esclarecimento que o Departamento de Polícia Federal tentou mesmo sacar um cheque seu, apreendido em poder de Gledson Maia, sobrinho do deputado, no valor de R$ 700 mil.
Ontem a PF havia negado, também em nota oficial, a tentativa.
Trata-se da reafirmação da denúncia, o que deixa a PF novamente com a obrigação de se explicar, já que o deputado amplia suas acusações, negando que o cheque faça parte do inquérito.
O parlamentar vai mais longe e diz que “não há nos relatórios de nenhum dos inquéritos policiais e nem na denúncia já oferecida pelo Ministério Público Federal qualquer referência àquele cheque ou ligação entre o cheque apreendido e os fatos investigados”.
O cheque (simulação na foto) de João Maia foi preenchido à mão por alguém da Polícia Federal, que tentou sacar na boca do caixa.
João Maia ainda faz outra denúncia, dizendo que embora a investigação viesse sendo feita sob sigilo, a história da apreensão do cheque era de conhecimento da opinião pública desde o início.
Fator RRH




Robson ca pra nós quem sera que esta por tras disso tudo, digo com relação ao cheque acho que tem alguem querendo denegrir a imagem de João, mais um dia a verdade virar a tona e espero que todos os meus de comunicação der cobertura ao caso tanta quanto estão dando neste momente, tudo isso é para prejudicar o mesmo mais não vão conseguir porque DEUS é maior e ele esta do lado dele protegendo e um dia vai mostrar quem esta com a razão.
Como no caso de ipueira, o ministério público deveria se chamar DOPS.
Medeiros,
Uma pergunta, denegrir em que? Que imagem este deputado tem? Cá pra nós é de muito desvio de verda pública, e se ouver justiça este homem será cassado.
Endosso as palavras da Suerda! Com todo respeito ao fato do meu comentário não haver sido postado; não sei se por problemas técnicos ou decisão do blogueiro, a qual acato e respeito, no entanto, acredito que os desmandos dos políticos tem se agravado tanto, que defendo a tese de que no caso de acusações contra esta classe o princípio da inocência presumida deveria ser invertido passando para culpa presumida.