Nesta quarta-feira (11) o STF deve liberar a interrupção de gravidez nos casos de fetos anecéfalos. A decisão vai representar uma grande derrota para a igreja católica, principalmente numa corte de maioria cristã.
Dos onze ministros, nove são católicos. Fogem à regra Luiz Fux, que é judeu, e o futuro presidente da Corte, Ayres Britto, adepto do holismo.
Lauro Jardim

Prezados Leitores,
Medida muito acertada.
Nem a Igreja, nem o Estado deve se meter no intimidade do casal e muito menos da criatura humana, no caso a mulher gestante.
Neste caso, quem deve decidir se a gravidez deve continuar ou não? A GESTANTE.
Só e somente a mulher deve decidir se continua ou não com a gravidez.
o estado é laico e a igreja não pode interferir num assunto tao intimo e individual que diz respeito às mulheres. elas que devem decidir. o importante é lembrar que quanto mais cedo ocorrer o procedimento, mais seguro é para a mulher e menos doloroso, no aspecto psicologico, para ela e as pessoas ao redor.
apesar do aspecto romantico e idealizador da gravidez que nossa culutura reforça tanto, nao podemos esquecer que no momento de parto sempre ha um risco à saude e à vida da mulher, independente se o bebe é saudavel ou nao, entao não se justifica manter uma gravidez que não dará fruto e ainda correndo o risco que todo procedimento cirurgico proporciona. Mas isso, repito, é a mulher que deve decidir.