
O teor desse documento era a lista com as demandas judiciais que estão em andamento na Justiça. Uma das ações diz respeito à parceria de co-gestão hospitalar com alguns municípios, onde eles são obrigados a assumir o pronto atendimento, enquanto toda a parte hospitalar seria de responsabilidade do Governo do Estado. Porém, apenas um município, Macaíba, vem cumprindo essa obrigação e o MP deu um prazo de 30 dias para que essa parceria seja regularizada.
As promotoras também solicitaram transparência na gestão financeira-orçamentária da pasta e urgência na resolução de problemas ligados ao setor de ortopedia dos hospitais, em especial a reabertura da ortopedia do Hospital Santa Catarina, o que já foi solicitado pelo MP desde 2006.
As promotoras se colocaram a disposição da Sesap para orientar e contribuir com a resolução dessas questões judiciais. Para isso, já agendaram outras duas reuniões: uma delas no dia 20 de janeiro para tratar sobre um convênio com o Samu e outra no dia 27 sobre uma ação relacionada ao Programa de Apoio ao Diabético, que já foi implantado, mas ainda não foi executado.




Promotoria pública sabe mesmo jogar para platéia ver. É muito fácil cobrar a instalação de serviços médicos especializados em hospitais municipais. Mas, e a estrutura? a remuneração digna? Por que não oferecem aos médicos e demais profissionais de saúde seus salários fartos, suas instalações suntuosas, gigantescas e modernas , como também suas 2 férias anuais (recessos forenses)? Por que não obrigam os agentes publicos (executivo, legislativo e judiciário) a serem tratados e utilizar os hospitais públicos? Somos realmente iguais perante a lei? Por que o pobre vai para o Walfredo Gurgel e o agente público para o Sirio-Libanês? Pimenta no dos outros é refresco.
Será que ele sabe que o hospital regional de Assú estava ontem a tarde sem médicos e sem medicamentos!!!!!! Chegou a hora de trabalhar e falar menos dentro de gabinetes!!!!!